Revolta internacional contra estranha decisão de Moraes que persiste por UM ANO

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A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), ligada à OEA, criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes que censurou o livro "Diário da cadeia", de Ricardo Lísias, há exatamente um ano. A obra, publicada sob o pseudônimo "Eduardo Cunha", teve venda e distribuição proibidas em janeiro de 2025.

Moraes argumentou que o livro induz o público ao erro, criando falsa impressão de autoria do ex-deputado Eduardo Cunha. A CIDH questiona a manutenção da medida por tanto tempo. Seu relator especial para liberdade de expressão, Pedro Vaca Villareal, relatou que solicitou informações ao gabinete de Moraes, mas não obteve resposta.

O caso reacende debates globais sobre censura e liberdade de expressão no Brasil.


Fontes:

Relatório da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH/OEA), janeiro 2026.

Decisão de Alexandre de Moraes (STF), janeiro 2025.

Declaração do relator Pedro Vaca Villareal, 05/01/2026.

Jornal da Cidade Online, publicação original em 05/01/2026.