URGENTE: Confira as mensagens vazadas entre Joesley Batista e Nicolás Maduro
O Washington Post revelou que Joesley Batista, delator da J&F, atuou como interlocutor informal dos EUA para convencer Nicolás Maduro a renunciar, oferecendo exílio na Turquia após fracasso de negociações formais com Catar e enviado Richard Grenell. O encontro secreto em Caracas, no fim de novembro de 2025, incluiu acesso americano ao petróleo e minerais venezuelanos além do rompimento com Cuba, mas Maduro e Cilia Flores rejeitaram, acelerando a operação militar que capturou o casal ditatorial em 3 de janeiro. Informações de Joesley foram "levadas em consideração" pela Casa Branca, apesar de não ser missão oficial.
A Bloomberg já havia noticiado a viagem de 23/11, dias após Trump telefonar exigindo renúncia, confirmando que autoridades americanas sabiam do plano do empresário brasileiro. A recusa de Maduro esgotou alternativas diplomáticas, pavimentando captura com 40 mortes (majoritariamente militares da segurança) e prisão no Brooklyn até audiência em 17/03. Paralelamente, Delcy Rodríguez inicia retomada de laços com EUA e libertações pontuais de presos políticos.
O papel inusitado de Joesley - figura central da delação premiada no Brasil - em geopolítica venezuelana expõe rede de influência do delator global, conectando-se à vitória estratégica americana após previsão de Trump sobre colapso cubano sem apoio chavista.
Fontes:
Reportagem do Washington Post e Bloomberg sobre missão de Joesley Batista, reportada por O Antagonista, 10/01/2026