CPMI do INSS aprova quebra de sigilo de Lulinha: confusão generalizada com empurrões e sessão suspensa

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A CPMI que investiga fraudes bilionárias no INSS aprovou nesta quinta-feira (26/02) a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, em votação que gerou caos no Congresso: empurrões, ameaças de socos e suspensão imediata da sessão.

Detalhes da aprovação

O relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), pediu acesso a extratos, movimentações e declarações de IR de Lulinha de 2022 a 2026, após delações citarem "mesada" de R$ 300 mil via Antonio Camilo Antunes, o "Careca do INSS". Foram aprovados 87 requerimentos em bloco, incluindo sigilos de bancos e convocações, apesar da maioria governista na comissão.

Base aliada "surtou" pós-votação, cercando a mesa diretora em protesto.

Parlamentares trocaram acusações; sessão interrompida por desordem física.

Suspeitas ligam Lulinha como "sócio oculto" em desvios de aposentados, com defesa negando qualquer irregularidade.

Contexto das fraudes

A investigação mapeia descontos indevidos em benefícios previdenciários, lesando milhões. PF e CGU já atuam na Operação Sem Desconto; delatores mencionam repasses ao "filho do rapaz". Lula afirmou que filho "pagar o preço" se houver culpa, enquanto Frei Chico (irmão) também é citado por crescimento de repasses ao sindicato.

Repercussão política

Opositores celebram como "fim da blindagem"; governistas veem manobra oposicionista. Clima tenso reflete polarização pré-eleitoral, com CPMI avançando apesar de resistências – e mais convocações à vista, como André Moura.