Valdemar avisa quando Moraes irá "soltar Bolsonaro": Prisão é chantagem eleitoral descarada?"


Valdemar Costa Neto, presidente do PL, soltou a bomba em jantar do grupo Esfera Brasil, em São Paulo, na segunda-feira (23/02): Alexandre de Moraes só libertará Jair Bolsonaro após as eleições presidenciais de 2026 – ou nunca mais. A declaração reacende acusações de que a prisão do ex-presidente, desde janeiro em Batalhão da PM em Brasília, serve como arma política para travar a oposição.

Contexto da declaração

Valdemar cravou que Moraes ignora até sequelas das oito cirurgias pós-facada de Bolsonaro, usando a custódia como refém eleitoral: "Se perdermos, Bolsonaro fica mais 8 anos preso. Só pós-voto, pra não atrapalhar o jogo do PT". O evento bolsonarista discute estratégias para 2026, com Tarcísio de Freitas no palanque paulista, Nikolas Ferreira mobilizando jovens e Michelle Bolsonaro garantindo evangélicos para Flávio ou sucessor.

Situação de Bolsonaro

O ex-presidente cumpre prisão sob relatoria de Moraes no STF, em inquérito sobre suposta tentativa de golpe. Críticos veem seletividade: petistas escapam enquanto opositores sofrem, em meio a tensões entre PL e Judiciário. Valdemar alerta para impacto nas urnas, transformando o caso em ringue pré-eleitoral.

Repercussão política

A fala viraliza entre bolsonaristas, inflamando narrativas de perseguição. O PL posiciona 2026 como pleito decisivo, com prisão como trunfo petista para neutralizar o mito. Analistas veem risco de radicalização, mas Valdemar aposta em pressão popular para forçar soltura pós-voto.