PF analisa prisão de Lulinha: tensão máxima no Planalto com deliberação interna sobre filho do presidente

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A Polícia Federal debate internamente pedir prisão preventiva de Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha) no inquérito sigiloso da "Farra do INSS" no STF, sob relatoria de André Mendonça. Delegados favoráveis veem risco de obstrução ou fuga (residência na Espanha); opositores exigem provas concretas, não "desejo de investigador", conforme colunista Mônica Bergamo.

Discussão divide a PF

Autorização prévia de Mendonça para quebra de sigilos bancário, fiscal e telemático de Lulinha (ligado ao "Careca do INSS") abriu debate: alguns querem prisão por art. 312 do CPP (obstrução, embaraço ou fuga); outros priorizam liberdade como regra. Processo sigiloso impede confirmação oficial, mas gravidade é "muitíssimo séria", segundo fontes.

Contexto das suspeitas

Lulinha nega qualquer relação com fraudes bilionárias em descontos ilegais de aposentados, mas delações apontam "mesada" de R$ 300 mil do Careca (Antônio Camilo Antunes, preso desde 2025). PF mapeia movimentações suspeitas; defesa chama de "factoides". Pedidos prévios de deputados (Rosangela Moro, Sanderson) e advogados (Chiquini) pressionam por cautelares.

Impacto no Planalto

Discussão interna alarma governo: prisão elevaria desgaste político pré-eleitoral, após CPMI (tumulto com Correia), quebras de sigilo e investigações paralelas. Mendonça tende a deferir se PF formalizar, ampliando crise familiar em desvios previdenciários.